Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Projeto “A árvore das lembranças”

Em 2024 o tema do luto parental foi levado através do projeto “A árvore das Lembranças” pensado para as crianças em idade entre 7 e 11 anos e realizado em 8 escolas do município de Gravataí – RS com alunos das escolas municipais de ensino fundamental . As ações foram idealizadas, elaboradas e aplicadas em parceria com profissionais da psicologia e assistência social, sendo que partimos da ideia de abordar de forma natural e sem tabus a temática da morte, do morrer, do desenvolvimento emocional, e das formas seguras de elaboração dos processos de luto e da autorregulação emocional em crianças. O projeto consistia em duas partes, divididas com o intuito de abordar, conscientizar, desenvolver a temática, finalizar a elaboração com produção de material gráfico, e em segundo momento: retomada do conteúdo, verificação da aprendizagem, exercício de retomada dos temas abordados e fechamento.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Veja mais

O diálogo sobre saúde mental materna precisa ser profundo e em todas as camadas sociais

O diálogo sobre saúde mental materna precisa ser profundo e em todas as camadas sociais

A saúde mental materna precisa ser discutida a partir das condições reais em que as mães vivem, cuidam, trabalham, adoecem, são amparadas ou permanecem sozinhas.Ela não pode ser tratada como

Toda morte de filho é uma perda precoce!

Toda morte de filho é uma perda precoce!

Se for um bebê ou se for um adulto de 60 anos Quando usamos a expressão “perdeu um filho precocemente”, especialmente ao falar da morte de um bebê, existe uma

Falar sobre luto materno não é falar apenas de saúde mental materna.

Falar sobre luto materno não é falar apenas de saúde mental materna.

Seria impossível falar da morte de um filho sem reconhecer os impactos emocionais, psíquicos e existenciais dessa perda. Por isso, é claro que a saúde mental importa. Mas reduzir o

Garibaldi inicia articulação local pela humanização do luto parental

Garibaldi inicia articulação local pela humanização do luto parental

Comitê organizador da frente de humanização do luto parental criado por mães enlutadas da cidade No dia 29 de abril, estivemos em Garibaldi para uma roda de conversa sobre luto

A gente perde junto, mas não do mesmo jeito

A gente perde junto, mas não do mesmo jeito

O luto e a conjugalidade Embora o casal seja atingido pela mesma perda, cada pessoa a vive a partir da sua própria história, do seu corpo, dos seus recursos emocionais,

Luto parental: precisamos falar sobre a perda

Luto parental: precisamos falar sobre a perda

Quando pensamos em morte, quase sempre imaginamos uma ordem natural da vida: avós que morrem, pais que envelhecem, uma vida que se encerra depois de vivida. Mas há uma ruptura